sábado, 2 de dezembro de 2017

Legends of Super Flarrow: Crisis on Earth-X

Primeiramente, Fora Temer. Em segundo lugar a gente grita: QUE HINOOOOOOOOOOOOOO.
Nos últimos dias, nós que somos viciados em séries assumidos, tivemos o prazer de apreciar mais uma obra prima da The CW, ou simplesmente CW, que é muito da malandrinha e mais uma vez juntou as principais séries da emissora em um crossover babadeiro. Para quem não sabe desde dois mil e quatorze a CW vem produzindo crossovers entre suas séries do Universo DC e a fórmula tem dado certo, tanto que bateu a marca de melhor audiência da emissora norte-americana em seis anos. E assim como no ano passado em “Invasion!”, os heróis de Supergirl, Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow (nessa ordem), uniram suas forças em “Crisis on Earth-X”, e nós iremos relatar em um breve comentário, com o menor número possível de spoilers o que mais chamou nossa atenção.  


Diferente do ano passado, graças à Rao, o crossover começou no início do oitavo episódio de Supergirl. Com a chegada do casamento de Iris e Barry, e com os recentes acontecimentos em suas vidas em Nacional City, Kara e sua irmã Alex veem uma oportunidade de distração e/ou diversão em Central City, na Terra-1. Outro universo e vibes e tal. E tudo ia muito bem, teve um belo discurso do Joe, teve uma conversa entre Barry e Oliver sobre conciliar a vida “profissional” com a vida amorosa deles, teve até a Kara soltando a voz, e gente nosso coração gleek quase que não se aguentou. #MarleyRose. Enfim, como estávamos dizendo, tudo ia muito bem, até que veio o clímax do episódio, a invasão dos vilões da Terra-X. Tudo foi encaixando tão perfeitamente, que quando isso aconteceu podemos dizer que não deixou a desejar. Teve o James de outra terra morrendo, teve Alex e Sara se pegando. E ambas as coisas foi a gente que pediu sim. Dos quatro episódios, o de Supergirl é o nosso favorito!

Vilões da Terra-X
Pois muito que bem, na sequência, ficamos com o oitavo episódio de Arrow, com a parte dois do mega crossover. E nem é preciso dizer que o mesmo seguiu maravilhosamente bem, né? Com a revelação da identidade dos vilões da Terra-X, o gancho do fim do episódio anterior, foi uma coisa sensacional. Oliver e Kara da Terra-X mostraram pra que veio. Mas cá pra nós, trazer o Eobard Thawne, o Reverse Flash de novo foi bem arriscado, não entendemos o porquê da CW estar reciclando os vilões essa temporada, tipo o Damien Darhk em Legends DE NOVO, mas enfim deu certo, foi bom. Até. Agora trazerem o Tommy como Prometheus daquela Terra realmente a gente não esperava! #chocados

Ao chegarmos em The Flash, já estamos cientes de que ficar falando que o crossover está extraordinário tá ficando chato e repetitivo, mas vocês hão de convir que isso é fato. Tirando a parte em que nossos heróis estão na pior, no meio de uma guerra nazista, a volta de Wentworth Miller, que dá vida ao irreverente e irônico Leonard Snart, que agora prefere ser chamado de Leo, não poderia passar batido. Miller que assumiu sua homossexualidade em dois mil e treze, volta ao Universo DC com seu personagem gay, com nova personalidade e tudo mais. E pra melhorar, Leo tem um relacionamento com Ray, vivido por Russell Tovey. Eles indo embora de vez pra Terra-1 e aparecendo mais na série seria nosso sonho. Ahh, e nesse episódio pela primeira vez vemos a Iris fazer algo de útil na série. Mas como nem tudo na vida são flores, The Flash acaba com um trágico gancho para quarta e última parte.



Dando continuidade, em Legends of Tomorrow, e com o gancho de The Flash, infelizmente temos a  morte do Professor Stein, que fazia parte do Nuclear, com o Jax. Achamos uma puta falta de sacanagem, logo que nos últimos episódios de Legends of Tomorrow, a separação do Nuclear foi uma pauta muito discutida dentro da série, pois o eterno Professor Stein, queria poder voltar pra casa e curtir sua família, o que já era uma coisa esperada pelos fãs. Então a morte do personagem não é só chocante, como também é revoltante. Pois vejam bem, me matam a Laurel/Black Canary na 4° temporada de Arrow, agora matam o Martin, enquanto a Iris, que não tem poder/serventia alguma no team Flash segue viva, we are the Flash e sendo o mesmo porre de sempre. Partiu bater panela no portão da CW? Ressuscita o Martin e mata a Iris, que nem jornalista mais é, porque assim não podemos te defender, CW. Mas enfim, brincadeiras à parte ou não, temos que dar destaque para a personagem de Danielle Panabaker, o que foi a personagem da menina Caitlin nesses quatro episódios? Killer Frost foi uma das melhores coisas desse crossover. UHHHH GIRL, pisa menos, Snow!

E assim termina esse hino de crossover. Crossover poderosíssimo como a espada de um samurai, diga-se de passagem. Foi tiro atrás de tiro, literalmente. As cenas de lutas tinham uma sincronização perfeita. Os efeitos especiais durante as lutas foram incríveis. Cada herói lutando com sua sósia foi emocionante. Por falar nisso, as histórias dos personagens da Terra-X foram muito bem desenvolvidas/convincentes, em especial a da Supergirl/General.

Snart decidindo ficando na Terra-1, mesmo não fazendo muito sentido, nós adoramos. Será que Wentworth Miller vai voltar pro elenco fixo da série? Seria nosso sonho. Queremos ver a Alex e a Sara juntas de novo, e já estamos shippando, porque além das duas combinarem, foi também umas das melhores coisas desse crossover babadeiro. E o que dizer daquele hino de abertura personalizada? Falta muito para o próximo crossover? CW, que tal providenciar uma série crossover, gata? Pensa com carinho. 



E por hoje é isso, gente. O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil no Instagram, também no do TV Time Show e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Que hino: The Defenders

“Adivinha isso, adivinha aquilo. Preparem-se, garotas. Essa vadia voltou.” Phi Phi O’hara

E é citando um dos melhores e maiores reality shows do mundo, RuPaul's Drag Race, diga-se de passagem, que a gente inicia esse post, em um clima de season premiere hahahaha. E faz tanto tempo que não postamos, que até esquecemo-nos de como se inicia um post. 

Parafraseando um ditado conhecidíssimo ‘de nerd e de geek todo mundo tem um pouco’. Assumimos que somos nerds sim e que adoramos séries de heróis, ação e afins. Com isso em mente, depois de falarmos e enaltecermos todas as séries da DC Comics, sendo elas: ArrowThe FlashSupergirl e Legends of Tomorrow, e um breve comentário de um dos bebês da Marvel, Legion, chegamos à conclusão de que precisávamos falar mais um pouquinho da Marvel, porque é aquilo né mores: nem só de DC o homem viverá. E a gente gosta das duas. Então vamos expor, sem nenhum spoiler, uma das séries mais aguardadas de dois mil e dezessete.

Luke, Matt, Jessica e Danny
Pois muito que bem, em Julho de dois mil e dezesseis, o serviço de streaming mais amado no Brasil e no mundo todo, Netflix, em parceria com a Marvel, anunciou quem em meados de dois mil e dezessete, lançaria uma nova série que abordasse o universo Marvel, que contaria e/ou continuaria a história de Matt (Daredevil), Jessica (Jessica Jones), Luke (Luke Cage) e de Danny (Iron Fist). Na época, o público conhecia apenas a história de Matt e de Jones, ambas de dois mil e quinze. As demais séries ainda estavam por estrear. E assim nasceu The Defenders, criada por Douglas Petrie e Marco Ramirez, lançada no 18º dia de Agosto de dois mil e dezessete. Uma série crossover. Que bapho, né?!

Poderosíssima como a espada de um samurai, a série se inicia meses depois após os últimos acontecimentos da season finale da segunda temporada de Daredevil, e no ponto exato de onde as séries anteriores pararam. A série consegue unir as pontas deixadas nos últimos episódios das quatro séries, de uma forma sutil e nada forçada. 

The Defenders, ou Os Defensores, faz um jogo com a gente e se inicia pelo final, nos apresentando Danny, o Punho de Ferro, que foi o último a ter a sua série exibida, contando sua história. Em seguida, vemos Jessica em um de seus lugares favoritos na sua série: o bar, claro. Jessica simplesmente se tornou a dona da temporada, não tem nem o que argumentar, teve muito girl power sim. O terceiro defensor que nos é apresentando é o Luke, mostrando a sequência do que aconteceu na season finale da sua série. E por último e nem por isso menos importante, temos Matt maravilhoso e dono de um sorriso encantador Murdock sendo introduzido a trama da nova série, mostrando que não é só um excelente vigilante, mas também um ótimo advogado. Duas das coisas bacanas do início da série é que as apresentações dos quatro protagonistas são breves e passa a personalidade, o perfil e a característica de cada personagem, do que eles acreditam e do que eles estão atrás. E também a paleta de cores, mudança de filtro a cada troca de núcleo é uma das coisas mais sensacionais vistas nessa série incrível. 

Além de Charlie Cox (Matt Murdock), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Danny Rand), a série também consta em seu maravilhoso elenco nomes como Élodie Yung, Rosario Dawson, Eka Darville, Scott Glenn, Rachael Taylor, Elden Henson, Simone Missick, Deborah Ann Woll, Jessica Henwick, nomes que fazem parte do universo das séries antecessoras, e Sigourney Weaver que dá vida a personagem Alessandra, a vilã oficial da série. Wai Ching Ho também volta a série como a terrível Gao, de Daredevil e Iron Fist. 


Até o presente momento, a Netflix não anunciou uma nova temporada ou se a série já foi encerrada. Assim, a série possui uma única temporada, totalizando apenas oito episódios. MAS esperamos que seja renovada para uma nova season, porque The Defenders é um hino! 

Vale lembrar que antes de TD, cada personagem tem a sua série, então para melhor compreensão do post, é necessário conhecer as histórias dos mesmos. Quer maratona, arroba? Então pegue a pipoca, acomode-se e fique com a exata ordem em que se deve maratonar, para que não perca nenhuma referência e também não leve uma surra de spoilers: 1ª temporada de Daredevil > Jessica Jones > 2ª Temporada de Daredevil > Luke Cage > Iron Fist > e por fim The Defenders.

Você pode estar conferindo o trailer da série AQUI.

E por hoje é isso, gente. O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil no Instagram, também no do TV Time Show e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook! Até breve!

"Faço o possível para escrever por acaso. Eu quero que a frase aconteça. Não sei expressar-me por palavras. O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio. Expressar-me por meio de palavras é um desafio. Mas não correspondo à altura do desafio. Saem pobres palavras." Clarice Lispector