sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Que hino: The Defenders

“Adivinha isso, adivinha aquilo. Preparem-se, garotas. Essa vadia voltou.” Phi Phi O’hara

E é citando um dos melhores e maiores reality shows do mundo, RuPaul's Drag Race, diga-se de passagem, que a gente inicia esse post, em um clima de season premiere hahahaha. E faz tanto tempo que não postamos, que até esquecemo-nos de como se inicia um post. 
Primeiramente, Fora Temer. Em segundo, pedimos desculpas aos leitores, pois esse post era pra ter sido lançando ainda no mês de agosto. Mas, segue o baile.

Parafraseando um ditado conhecidíssimo ‘de nerd e de geek todo mundo tem um pouco’. Assumimos que somos nerds sim e que adoramos séries de heróis, ação e afins. Com isso em mente, depois de falarmos e enaltecermos todas as séries da DC Comics, sendo elas: ArrowThe FlashSupergirl e Legends of Tomorrow, e um breve comentário de um dos bebês da Marvel, Legion, chegamos à conclusão de que precisávamos falar mais um pouquinho da Marvel, porque é aquilo né mores: nem só de DC o homem viverá. Então, em um breve comentário e sem nenhum spoiler, vamos expor uma das séries mais aguardadas de dois mil e dezessete.

Luke, Matt, Jessica e Danny
Pois muito que bem, em Julho de dois mil e dezesseis, o serviço de streaming mais amado no Brasil e no mundo todo, Netflix, em parceria com a Marvel, anunciou quem em meados de dois mil e dezessete, lançaria uma nova série que abordasse o universo Marvel, que contaria e/ou continuaria a história de Matt (Daredevil), Jessica (Jessica Jones), Luke (Luke Cage) e de Danny (Iron Fist). Na época, o público conhecia apenas a história de Matt e de Jones, ambas de dois mil e quinze. As demais séries ainda estavam por estrear. E assim nasceu The Defenders, criada por Douglas Petrie e Marco Ramirez, lançada no 18º dia de Agosto de dois mil e dezessete. Uma série crossover. Que bapho, né?!

Poderosíssima como a espada de um samurai, a série se inicia meses depois após os últimos acontecimentos da season finale da segunda temporada de Daredevil, e no ponto exato de onde as séries anteriores pararam. A série consegue unir as pontas deixadas nos últimos episódios das quatro séries, de uma forma sutil e nada forçada. 

The Defenders, ou Os Defensores, faz um jogo com a gente e se inicia pelo final, nos apresentando Danny, o Punho de Ferro, que foi o último a ter a sua série exibida, contando sua história. Em seguida, vemos Jessica em um de seus lugares favoritos na sua série: o bar, claro. Jessica simplesmente se tornou a dona da temporada, não tem nem o que argumentar, teve muito girl power sim. O terceiro defensor que nos é apresentando é o Luke, mostrando a sequência do que aconteceu na season finale da sua série. E por último e nem por isso menos importante, temos Matt maravilhoso e dono de um sorriso encantador Murdock sendo introduzido a trama da nova série, mostrando que não é só um excelente vigilante, mas também um ótimo advogado. Duas das coisas bacanas do início da série é que as apresentações dos quatro protagonistas são breves e passa a personalidade, o perfil e a característica de cada personagem, do que eles acreditam e do que eles estão atrás. E também a paleta de cores, mudança de filtro a cada troca de núcleo é uma das coisas mais sensacionais vistas nessa série incrível. 

Além de Charlie Cox (Matt Murdock), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Danny Rand), a série também consta em seu maravilhoso elenco nomes como Élodie Yung, Rosario Dawson, Eka Darville, Scott Glenn, Rachael Taylor, Elden Henson, Simone Missick, Deborah Ann Woll, Jessica Henwick, nomes que fazem parte do universo das séries antecessoras, e Sigourney Weaver que dá vida a personagem Alessandra, a vilã oficial da série. Wai Ching Ho também volta a série como a terrível Gao, de Daredevil e Iron Fist. 


Até o presente momento, a Netflix não anunciou uma nova temporada ou se a série já foi encerrada. Assim, a série possui uma única temporada, totalizando apenas oito episódios. MAS esperamos que seja renovada para uma nova season, porque The Defenders é um hino! 

Vale lembrar que antes de TD, cada personagem tem a sua série, então para melhor compreensão do post, é necessário conhecer as histórias dos mesmos. Quer maratona, arroba? Então pegue a pipoca, acomode-se e fique com a exata ordem em que se deve maratonar, para que não perca nenhuma referência e também não leve uma surra de spoilers: 1ª temporada de Daredevil > Jessica Jones > 2ª Temporada de Daredevil > Luke Cage > Iron Fist > e por fim The Defenders.

Você pode estar conferindo o trailer da série AQUI.

E por hoje é isso, gente. O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil do TV Time Show, e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook! Até breve!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Crescer


O sonho de quase toda criança é deixar de ser criança, mas se estas soubessem o quão maravilhoso é viver em um mundo onde a maior preocupação é escolher com qual brinquedo se distrair, jamais pensariam de tal forma. 

Ao chegar à adolescência, começam todas as mudanças, o corpo muda e com ele, o mundo todo a sua volta. Começa então os sonhos, os desejos, as vontades, trazendo também muitas dificuldades, dificuldades estas que colaboram para o crescimento e desenvolvimento da pessoa. Crescer dói, crescer não é fácil, e mesmo sendo clichê, é necessário. 

Talvez o maior problema da adolescência seja esse: você não é tão maduro assim pra tomar certas decisões, mas também não é uma criança, tem juízo pra não fazer merda. 

Já no estágio adulto, você acredita que tudo tem um porquê, que são fases, porque você já passou por muita coisa ruim, então acha que isso logo vai passar também, mas ainda assim, você não consegue não se desesperar diante de alguma situação. Então você tenta evitar o inevitável, e mesmo com toda a sua experiência de vida, você ainda não entendeu que esse tipo de coisa não se pode controlar, faz parte da vida, faz parte do processo. E não há quem culpar, as coisas simplesmente acontecem. 

Seria ideal se a vida funcionasse como os sinais tipográficos, onde pudéssemos saber quando e como se deve usar o ponto final, a vírgula ou os demais personagens da língua portuguesa, por exemplo. Mas independente disso, é preferível chorar agora, sabendo que um dia vai passar, do que chorar todos os dias, cometendo o mesmo erro. Talvez crescer seja isso, podar-se, abrir mão e seguir a vida.


"Faço o possível para escrever por acaso. Eu quero que a frase aconteça. Não sei expressar-me por palavras. O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio. Expressar-me por meio de palavras é um desafio. Mas não correspondo à altura do desafio. Saem pobres palavras." Clarice Lispector