sexta-feira, 26 de maio de 2017

Crescer


O sonho de quase toda criança é deixar de ser criança, mas se estas soubessem o quão maravilhoso é viver em um mundo onde a maior preocupação é escolher com qual brinquedo se distrair, jamais pensariam de tal forma. 

Ao chegar à adolescência, começam todas as mudanças, o corpo muda e com ele, o mundo todo a sua volta. Começa então os sonhos, os desejos, as vontades, trazendo também muitas dificuldades, dificuldades estas que colaboram para o crescimento e desenvolvimento da pessoa. Crescer dói, crescer não é fácil, e mesmo sendo clichê, é necessário. 

Talvez o maior problema da adolescência seja esse: você não é tão maduro assim pra tomar certas decisões, mas também não é uma criança, tem juízo pra não fazer merda. 

Já no estágio adulto, você acredita que tudo tem um porquê, que são fases, porque você já passou por muita coisa ruim, então acha que isso logo vai passar também, mas ainda assim, você não consegue não se desesperar diante de alguma situação. Então você tenta evitar o inevitável, e mesmo com toda a sua experiência de vida, você ainda não entendeu que esse tipo de coisa não se pode controlar, faz parte da vida, faz parte do processo. E não há quem culpar, as coisas simplesmente acontecem. 

Seria ideal se a vida funcionasse como os sinais tipográficos, onde pudéssemos saber quando e como se deve usar o ponto final, a vírgula ou os demais personagens da língua portuguesa, por exemplo. Mas independente disso, é preferível chorar agora, sabendo que um dia vai passar, do que chorar todos os dias, cometendo o mesmo erro. Talvez crescer seja isso, podar-se, abrir mão e seguir a vida.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Amo com força: donas de alguns seriados - parte 03

Diante de tantas séries que acompanhamos, seja por empatia à personagem ou às vezes até mesmo por quem a interpreta, seja ela protagonista da série ou não, não importa! Ela irá se destacar e se tornar nossa fav. Por este motivo, listamos aqui três personagens que a gente ama e que mandam em suas respectivas séries. Você pode conferir outras listas aqui e aqui

Rachel Bloom
E logo de cara, já entrando no universo do nosso gênero favorito, vamos falar sobre a personagem de Rachel Bloom em Crazy-Ex Girlfriend, que na série vive a divertidíssima Rebecca Bunch, uma jovem advogada, no auge da sua carreira, com uma vida, ao que parece, maravilhosa, estabilizada, morando em um dos bairros mais caros de Nova York, e que deixa tudo isso pra trás, após encontrar, por acidente, sua ex paixão da adolescência. Quem nunca não é mesmo? Crazy-Ex Girlfriend é uma comédia musical da CW, com um humor de fácil compreensão, é uma série muito bem produzida, que com certeza arranca risos de quem a assiste. A série possui duas temporadas, está em hiatus e retorna, possivelmente, em outubro. 

Sandra Oh
Durante 10 temporadas, Sandra Oh deu vida a uma das melhores personagens de Grey’s Anatomy, Cristina Yang, a Deusa da Cardio e a pessoa da Meredith. Com sua frieza e sinceridade, Cristina era parte essencial que sustentava o Grey and Sloan Memorial Hospital. Cristina nunca foi uma pessoa de personalidade fácil. Focada em seu trabalho, ela evitava relacionamentos sérios, apenas vivia para profissão. E como nada dura para sempre, em 2013, Sandra, que ganhou o Globo de Ouro pela personagem em 2006, anunciou sua saída da série, fazendo com que os fãs esperassem por um fim trágico de Cristina no final da 10ª temporada, mas para a surpresa de todos, Shondanás Rhimes quebrou a tradição de matar os personagens dos atores que pedem para sair e deu um final para Cristina, deixando a porta aberta para quando ela quisesse voltar. Questionada sobre, Sandra disse que em conversa com a Shonda, disse que se voltar, teria que ser para a coisa certa. Seria nosso sonho? Pois muito que bem, a série está no final da 13ª temporada, com a 14ª encomendada para setembro. 

Ashley Johnson
Em Blindpost, Ashley Johnson, interpreta a brilhante e nerd Patterson, chefe da Unidade de Ciência Forense do FBI. Patterson é extrovertida e extremamente inteligente. Representante do mundo geek, em diversos momentos vemos a personagem referindo-se a essa cultura, é uma explosão de citações e referências. Por se tratar de uma série de drama policial, crimes e violência, a personagem de Ashley Johnson fica encarregada de dar um ar cômico durante as cenas, quebrando toda a tensão. A série acabou de ser renovada para sua terceira temporada, com o último episódio da segunda temporada previsto para ir ao ar na próxima quarta-feira (17), não havendo previsão de estreia para o terceiro ano da série. 

Uma advogada, uma cirurgiã e uma agente federal. Temos gostos peculiares, não é mesmo? Hahahaha

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Uma dose de ação: Blindspot

Depois que conhecemos How To Get Away With Murder mudamos totalmente nossa percepção e pegamos gosto por dramas criminais, dramas policiais, por mistério e afins. E horando tais gêneros, no post de hoje vamos comentar e enaltecer Blindspot, série que intriga, que questiona, que choca e que faz nossas mentes explodirem. 


Criada por Martin Gero e estrelada por Sullivan Stapleton, Jaimie Alexander, Rob Brown, Audrey Esparza, Ashley Johnson e Luke Mitchell, a série da NBC estreou em setembro de dois mil e quinze. 

Pois muito que bem, o plot que a série segue é algo bem interessante, ela se desenvolve sobre a personagem de Jaimie Alexander, Jane, uma mulher que é encontrada dentro de uma mala na Times Square, em Nova York. Completamente nua e coberta por milhares de tatuagens recentes, a jovem não sabe de onde veio e como/porque chegou a aquele lugar, sem memória alguma, não sabendo nem o próprio nome. Ela passa então a ser chamada de Jane, pois pessoas desconhecidas nos EUA são chamadas de John Doe se forem homens e Jane Doe, quando mulheres. Ao ser levada pelo FBI, uma das tatuagens da moça se destaca e desperta bastante atenção dos agentes, pois o nome de um agente da Unidade de Polícia, Kurt Weller, interpretado por Sullivan Stapleton, está tatuado nas costas de Jane.

Ao perceberem que as tatuagens de Jane, que no geral formam um mosaico, e que cada uma delas está relacionada a crimes que aconteceram e alguns que estão pra acontecer, juntando ao fato de descobrirem que Jane era agente especial da Marinha e que possui treinamento, recrutam a mesma sob custódia, colocando-a em campo para que ela possa colaborar nas investigações dos tais crimes. As tatuagens funcionam como personagens importantes, elementos que ajudam na construção narrativa do seriado.


Ainda no episodio piloto, sobre as lembranças de Jane, é mostrado por meio de flashback, a mesma se preparando para o procedimento, que ela mesma autorizou, onde é inserido em seu organismo zeta-interacting protein, droga responsável pela perda de memória de Jane. 

O ritmo da série, mais a escolha do elenco funcionam muito bem, sabe aquela série que vai melhorando a cada episódio? Então! As tramas que vão surgindo, os personagens são muito bem construídos. Como já mencionado, Jane não se lembra do seu passado, e a cada lembrança recuperada, é uma reviravolta diferente dentro da série e a gente surta, uma explosão de questionamentos e teorias. 

A série segue em sua segunda temporada, com doses certas de ação e de mistério. Até o fechamento desse post, a NBC não se manifestou sobre a renovação ou cancelamento da série. De coração esperamos que seja renovada. E mesmo sem a convicção de uma próxima temporada, recomendamos a série, porque como já foi dito, Blindspot entrega o que foi proposto. A série é tiro, porrada e bomba. Literalmente.


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Séries que você precisa conhecer

Nossa maior missão aqui no Blog é enaltecer, divulgar e apresentar séries maravilhosas aos nossos leitores. Pensando nessa missão tríplice trouxemos três séries que vocês precisam assistir. Até porque os fatos, citados nas mesmas são verídicos, e é aquele ditado: conhecimento nunca é demais.


E a primeira série, que na verdade é uma minissérie, é baseada no livro de memórias de leve Jones “When We Rise: My Life in the Movement”. A minissérie, assim como o livro, leva o nome When We Rise. A série se desenvolve sobre Cleve Jones, Roma Pauline Guy e Ken Jones. Cleve, interpretado por Austin P. McKenzie, quando jovem e Guy Pearce, quando adulto, é um jovem que ao contar ao pai que é gay, tem duas escolhas: enfrentar os tratamentos para “curar sua homossexualidade” ou sair de casa. Então Cleve se muda para São Francisco sem muitas expectativas de futuro, mas como único lugar onde poderia tentar buscar a felicidade. Roma (Emily Skeggs, quando jovem) é uma jovem de família religiosa que faz parte do movimento sufragista, e que se encontra em conflito interno, pois, durante uma missão, se apaixona por uma amiga, não conseguindo aceitar sua sexualidade e seguir sua luta em um mundo tão machista. E por fim, Ken (Jonathan Majors, quando jovem) que trabalha na marinha e precisa tomar cuidado para que não desconfiem que ele tem um relacionamento com um colega da equipe. Porém, ao ser indiretamente responsável pela morte de seu amante, se vê sem destino e sem um motivo para seguir em frente. Uma noite, ao entrar em um bar voltado ao público LGBT, Ken se encontra com Roma e Cleve pela primeira vez, e depois de criar uma amizade sincera, juntos, vão lutar pelos direitos de uma sociedade mais igual e justa para todos. A ABC simplesmente arrasou na ousadia, em deixar o preconceito e normatividade de lado, e dar espaço para qualidade e informação. PALMAS.



Outro movimento que marcou os Estados Unidos foi o caso de OJ Simpson, em meados dos anos 90. Assim como temos American Horror Story, também temos o spin-off American Crime Story, que assim como a primeira, também é uma série antológica, e que é focada em crimes que realmente aconteceram, que causaram/chocaram. A primeira temporada traz a visão do desenrolar do caso de Orenthal James "O.J." Simpson, um ex-jogador de futebol americano e ator norte-americano, que foi acusado do assassinato de sua ex-mulher, Nicole Brown, e de seu amigo, Ronald Goldman. Estrelada por Cuba Gooding Jr, Sarah Paulson, David Schwimmer, John Travolta, Courtney B. Vance e Sterling K. Brown. Sarah levou o Globo de Ouro, Emmy, Sindicatos de Atores, do Critic’s Choice e do Television Critics Association por seu incrível desempenho na série. Ainda no Emmy, Sterling K. Brown levou o prêmio como Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme e Courtney B. Vance como Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme, ainda sem mencionar que a própria série levou os prêmios como Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme e como Melhor Minissérie. E claro que uma série tão premiada seria renovada, não é mesmo? Mas como estamos falando de American Crime Story, criada e dirigida por Ryan Murphy, a série está renovadíssima até sua quarta temporada. A segunda temporada está em desenvolvimento, e focará no Furacão Katrina. A terceira temporada, contará sobre o assassinato de Gianni Versace e a quarta temporada sobre o escândalo entre o presidente Bill Clinton e Monica Lewisnky.



Quem acompanha séries como a gente, sabe quem é Ryan Murphy, sabe que ele é talentosíssimo e o quanto o mesmo gosta de ousar e causar. O criador de Glee, não contente em assombrar com as histórias macabras de American Horror Story e de Scream Queens, trazer novamente toda uma polêmica com as histórias em American Crime Story, o escritor, jornalista e produtor deu vida a outro projeto, outra série antológica. Feud traz grandes batalhas de egos entre personalidades distintas, porém que tiveram algo em comum: a atenção exagerada da mídia. “Feud: Bette and Joan” é o título e tema da primeira temporada, que é centrada na inimizade entre Bette Davis e Joan Crawford, que tomou proporções gigantescas durante as filmagens do clássico filme “O que terá acontecido a Baby Jane?”. A ideia em produzir este tema na atual temporada, que primeiramente seria um filme, nasceu no momento em que Murphy teve oportunidade de entrevistar Bette Davis meses antes de sua morte, em 1989, quando a atriz revelou o quanto odiava Joan Crawford, mas admitia o quanto a admirava por conta de seu profissionalismo. Feud entregou no último domingo (23) um episódio emocionante como season finale. Jessica Lange, como Joan, e Susan Sarandon, como Bette, simplesmente arrasaram, deram um show de atuação. A série foi renovada antes mesmo da estréia, porque assim como a gente, em Ryan Murphy a FOX confia! A segunda temporada terá como pauta o divórcio da Princesa Diana. #SOEXCITING!


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Aquela série vibes e tal: Riverdale

Depois de 13 Reasons Why e com Pretty Little Liars e Teen Wolf chegando ao fim, nós que somos os melhores adolescentes que vocês respeitam, não ficaríamos sem uma boa série teen pra acompanhar, não é mesmo? E Riverdale é um prato cheio, possuindo todos os clichês que compõem esse tipo de série. 

Brincadeiras à parte, no post do hoje vamos explorar o que se passa, sem muitos spoilers, na nova série teen da CW, que mesmo sendo uma adaptação dos quadrinhos “A turma do Archie” da Archie Comics, lançados lá nos anos sessenta, não segue fielmente a HQ, logo que na série temos personagens abertamente gays, bullying, problemas familiares, ou seja, assuntos que jamais seriam abordados na década da obra original. Os tempos eram outros.


O elenco da serie é composto por nomes como KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Trevor Stines, Casey Cott, Luke Perry, Marisol Nichols e Mädchen Amick. A série é escrita pelo chefe criativo da Archie Comics, Roberto Aguirre-Sacasa, e é produzida por Greg Berlanti, que sempre arrasa ao levar a historia das HQ pra TV, por exemplo, todas as séries da CW que se passam no universo DC.

A série estreou em vinte e seis de janeiro de dois mil e dezessete, e como já mencionado, traz personagens clássicos dos quadrinhos americanos, “A turma do Archie” seria “A Turma da Mônica” para os americanos, deu pra entender? Pois muito que bem, a história se inicia com o personagem Jason Blossom, interpretado por Trevor Stines, que após um passeio matinal de barco com sua irmã gêmea, Cheryl (Madelaine Petsch), misteriosamente desaparece, e fica aquele mistério: será que ele morreu? Será que ele fugiu? E depois de todo esse mistério/drama, os outros personagens nos são apresentados.

Nos primeiros minutos da série conhecemos o protagonista Archie, interpretado por KJ Apa, um garoto que está no auge do ensino médio, faz parte do time de futebol americano, e após as férias de verão bastante intensa começa a se questionar sobre suas escolhas, aparecendo totalmente mudado, fisicamente e interiormente. Em seguida conhecemos Betty (Lili Reinhart), a garota perfeita, que tira boas notas, participa de todos os clubes do colégio e totalmente obediente aos pais. Logo depois somos apresentados à Veronica (Camila Mendes), personagem forasteira que acabou de chegar à cidade de Riverdale, se tornando amiga da Betty e formando o triângulo amoroso, pois as duas se interessam pelo personagem de KJ. Pra dar aquela dose de drama que a gente adora. Ou seja, a série é toda estereotipada, tem a abelha rainha, que no caso é a implacável e cruel Cheryl Blosson, que é a típica e clichê líder de torcida bitch, tem os meninos populares do time de futebol, como Archie e o falecido Jason, tem os nerds impopulares que se isolam, como a Betty e o Jughead (Cole Sprouse), ex-melhor amigo de Archie, e tem os gays assumidos e enrustidos, como o Kevin (Casey Cott), melhor amigo da Betty e o Moose (Cody Kearsley), aqueles clichês que a gente gosta e acompanha. 

“Nossa história é sobre uma cidade, uma pequena cidade e todas as pessoas que vivem nela. De longe, é como todas as outras cidades ao redor do mundo. Segura, decente, inocente. Porém, chegue mais perto e começará a ver o que está escondido nas sombras. O nome da nossa cidade é Riverdale.” – Jughead 



O plot principal da série, ou ao menos da temporada, é o assassinato de Jason Blossom, porque ao que parece o mesmo não era muita pessoa muito boa, ele era um bad boy, somado ao fato de que família Blossom é uma família com vários inimigos em Riverdale, ou seja, qualquer pessoa pode ser suspeita de ter matado Jason, tornando os mistérios dos personagens pontos de ligação, prendendo a atenção dos telespectadores, criando supostas teorias, como em Pretty Little Liars. Quem nunca fez teorias de PLL, né?

Por se tratar de uma série voltada ao publico teen, diferente da maioria das séries da CW, Riverdale não aborda a temática sobrenatural, como The Vampire Diaries e Supernatural, e também não se passa no universo dos super-heróis, como por exemplo, ArrowThe FlashSupergirl e Legends of Tomorrow, tendo apenas como clímax os mistérios e dramas que compõem a série, sendo um entretenimento leve, vibes e tal. 


A série foi renovada para sua segunda temporada, e você pode estar conferindo o trailer da mesma aqui.


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Séries que não entendemos um pouco direito

Sabe aquela série que todo mundo comenta, que tem vários pontos na audiência, que o roteiro é poderosíssimo como a espada de um samurai, mas que por algum motivo, parafraseando a rainha e dona da internet brasileira, Inês Brasil, a gente não entendeu um pouco direito? Aquela que seja no meio ou no final da temporada, que as coisas vão se esclarecendo em nossa mente – ou não, acontece. Pois muito que bem, no post de hoje iremos compartilhar três séries, sem muitos spoilers, da atualidade, muito bem produzidas e com seus contextos de alta complexidade, séries que são uma mistura de "não entendi" com "quero mais". 


E se é pra falar de série que a gente gosta, mas que custou a entendermos, não poderíamos deixar de fora a nova aposta de ficção científica da Netflix: The OA. A série se desenvolve sobre a vida de Prairie, interpretada por Brit Marling, uma moça com deficiência visual que estava desaparecida há um tempo, e que após ter um vídeo vazado na internet volta para casa, misteriosamente enxergando. Praire se auto intitula como OA, e após recusar contar o que aconteceu durante os anos que esteve fora, como recuperou sua visão, conhece uma galera, e monta uma equipe de cinco moradores da cidade, com quem ela se abre e aos poucos vai revelando e explicando tudo o que aconteceu, por fim pedindo ajuda e os treinando, para que juntos possam atrás de outras pessoas que também estão desaparecidas. O elenco da série conta com nomes como Emory Cohen, Phylliss Smith, Patrick Gibson, Brandon Perea, Brendan Meyer, Ian Alexander e Jason Isaacs. A série estreou em dezembro de dois mil e dezesseis, e foi renovada no dia oito de fevereiro desse ano. 



Outra série que nos fez pensar bastante é estrelada por um brasileiro: Rodrigo Santoro, o que já um dos motivos pra gente assistir e indicar, né? Além do brasileiro, a série da HBO, outro motivo pra assistir, tem em seu elenco Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood, Thandie Newton, James Marsden e Ed Harris. Westworld se desenvolve em um parque temático para adultos, simulando o Velho Oeste, onde os visitantes, os humanos, podem interagir com os androides, os anfitriões, tecnologicamente avançados. Os visitantes podem interagir com os anfitriões da forma que quiserem. Com um plot twist bastante diferente do que estamos acostumados a assistir, a série desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy estreou em outubro de dois mil e dezesseis e é baseada no filme homônimo de mil novecentos e setenta e três. Westworld vem sendo muito bem elogiada devido a sua audiência, em especial por seu figurino, sua história e por sua temática. A série foi renovada em novembro de dois mil e dezesseis, com a segunda temporada prevista para estrear em dois mil e dezoito. 



Depois de assistir tanta série do universo DC, a gente precisava dar um espaço pra uma da Marvel, até mesmo pelo reboliço que a nova série da FX vinha causando na internet, antes mesmo de sua estreia. Fugindo totalmente das propostas das séries da Marvel, de heróis e tudo mais, Legion acompanha a vida de David, interpretado por Dan Stevens, filho do professor Charles Xavier, do X-Men. David é um jovem perturbado, paciente de uma instituição psiquiátrica, diagnosticado com esquizofrenia. Em grande parte, quase todos os episódios são confusos, justamente por estarmos vendo pela percepção do protagonista, o que no geral é uma bagunça, o que confunde ainda mais a cabeça do telespectador. Não é uma série que a gente recomenda assistir quando se estiver com sono. Por mais confusa que seja, Legion prende a atenção dos telespectadores, seja por sua história, pela atuação do elenco ou por seus efeitos visuais. Tanto que a serie criada por Noah Hawley estreou em fevereiro e foi renovada um mês depois da sua estreia. Além de Stevens, consta no elenco da série nomes como Rachel Keller, Aubrey Plaza, Bill Irwin, Jeremie Harris, Amber Midthunder, Katie Aselton e Jean Smart.


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Não seja um porquê: 13 Reasons Why

Ultimamente a gente vem se policiado e notamos que estamos assistindo e falando sobre diversas séries voltadas ao público teen. E por mais clichê que pareça, a fase da adolescência pode ser a mais complexa, a mais tensa na vida de muitas pessoas. Seja por falta de amigos, questões sobre sexualidade, problemas com os pais, pressões na escola e os mais variados desafios da adolescência. Ou seja, todo e qualquer acontecimento pode chegar a tomar proporções gigantescas nessa fase, seja ele bom ou ruim. E 13 Reasons Why, a nova série da Netflix, cumpre o papel de entregar todos esses terríveis clichês da era adolescente. 

Hannah Baker
No post de hoje, vamos compartilhar, sem spoilers, uma série, que diferente do que estamos acostumados, tem como pauta um assunto muito sério: suicídio, depressão, ansiedade, homofobia, todos os assuntos que precisam ser falados, precisam ser abordados. É uma série adolescente, mas que precisa ser assistida por todas as pessoas.

Com nomes como os de Katherine Langford, Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer como Alex Standall, Derek Luke e Kate Walsh, 13 Reasons Why, com apenas uma semana de estreia, com pouco tempo de exibição, a série da maior provedora global do mundo já conquistou uma legião de fãs e faz sucesso nas redes sociais e fora dela. 

13 Reasons Why é uma série homônima baseada no romance escrito em 2007 por Jay Asher, foi adaptada por Brian Yorkey e Diana Son, e desenvolve-se sobre a história de dois personagens: Hannah Baker e Clay Jensen. A série se passa em duas marcas temporais, passado e presente, tendo assim duas percepções. Hannah, interpretada por Katherine Langford, é uma jovem que está no auge do ensino médio, que devido ao bullying que vinha sofrendo pelos amigos, comete suicídio, deixando sete fitas cassetes, numerando treze motivos, cada qual em um lado, do porquê de ter tirado a própria vida. Já Clay, interpretado por Dylan Minnette, é o típico estudante tímido, introvertido, melancólico e com poucos amigos. Clay era apaixonado por Hannah, e é uma das pessoas a quem ela deixa as fitas. O personagem deve escutá-las e passá-las adiante ou elas se tornarão públicas. E os treze motivos, os treze porquês, são nada mais nada menos que treze pessoas. A temporada possui treze episódios, contando a cada episodio um lado das fitas e das respectivas pessoas. 

Clay Jensen e Hannah Baker
É interessante mencionar que no início da temporada, nos primeiros episódios, Hannah mostra ser uma personagem empoderada, badass, mostrando todo o conceito de que pessoas duronas se escondem atrás, mascaram suas verdadeiras emoções e sentimentos. Outro fator interessante é que em determinado momento, descobrimos que Clay já teve ajuda psicológica e que precisa se medicar, mas isso não foi muito explorado na primeira temporada.

Por todos os ângulos que se olhe a série acertou em cheio, seja no roteiro, na trilha sonora, a fotografia e escolha de elenco, tudo funcionou muito bem, a forma que a historia foi contada, alternando as cenas entre passado e presente. Sério, Netflix. Você arrasou! E olha, nós não lemos o livro ainda, não sabemos ao certo o que vai acontecer. Mas queremos a segunda temporada pra ontem. Inclusive, questionadas diante de tamanha comoção do público, Selena Gomez, uma das produtoras da série e Katherine Langford, a Hannah, ambas concordam sobre possível segunda temporada, e dizem há muita coisa a ser contada ainda. Então vamos providenciar isso, né Netflix?! Agradecido.

Uma pesquisa realizada pelo IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde, no ano de dois mil e treze, revela que 7,2% dos jovens sofrem bullying e 20,8% praticam o ato contra colegas, ou seja, um em cada cinco adolescentes praticam bullying no Brasil. Em abril do ano passado, o Senado aprovou um projeto de lei, que estabelece o dia 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas. A escolha da data para a celebração foi feita em memória às vítimas de uma chacina em uma escola no Rio de Janeiro.

Você pode estar assistindo o trailer da série aqui.

Voltando a 13RW, não é uma série divertida, não é uma série engraçada, não é uma série romântica, não é uma série aonde você vai shippar casais, é uma série triste, uma série horrível, com um assunto perturbador, mas um assunto que precisava ser abordado. É uma série que nos faz refletir, que mostra o que uma palavra, um gesto pode causar em algumas pessoas, ter empatia e não ser um porquê. É uma série angustiante de se maratonar, porque ela vai tocar quem já sofreu e/ou praticou o bullying, ou que conheça alguém que já tenha passado por isso. Muitas pessoas devem ter se identificado com a Hannah, mas a maioria delas, com toda certeza, devem ter se identificado com os motivos, sendo um dos 13. E como já mencionado, a série não faz sucesso apenas nas redes sociais, mas também fora dela, na vida real. Conscientizando e alertando o telespectador. Então, obrigado, Netflix, por tratar de um assunto tão sério de forma tão linda e emocionante. #NaoSejaUmPorque



sexta-feira, 31 de março de 2017

I bring me: Star

Durante todo o mês de março, nós falamos sobre o nosso gênero favorito de série: musical, compartilhando algumas das nossas séries favoritas que abordam tal gênero. E depois de comentarmos sobre Crazy ex-Girfriend, Empire, Glee, o crossover de Supergirl e Flash, por último e nem menos importante, temos uma nova série em pauta, porque a vida não é feita só de clássicos e renovar é preciso, né mores? Star, série criada por Lee Daniels, é a nova dramédia da FOX, uma mistura Glee e Empire. Um musical mais do gueto, mais pesado, bem nigga. E é aquilo: a FOX sempre arrasa nos musicais e a gente ama! 


E falando nela, como Empire estava em seu winter break, Star veio como nova aposta da emissora para ficar em seu lugar. Assim como Empire, o novo musical da sid season, é uma junção dos gêneros: comédia, musical e drama. Inclusive, Lee Daniels garantiu que Star terá um crossover com Empire. Pode entrar, Cookie Lyon! #SOEXCITING!

Estrelada por Jude Demorest, Brittany O’Grady, Ryan Destiny, Benjamin Bratt e Queen Latifah, a série conta a vida de Star, uma jovem que teve uma infância difícil, após ter perdido a mãe, Mary (Caroline Vreeland), vítima de uma overdose, passa por diversas famílias adotivas, por conta de sua personalidade, temperamento explosivo e por suas atitudes. Assim que completa maioridade, a mesma vai atrás de sua irmã mais nova, Simone (Brittany O’Grady), que também se encontra no Sistema de Adoção dos EUA. E a série não hesita em mostrar o quanto esse sistema é falho, podre e sujo. Joga na cara mesmo!

Antes de ir à busca da irmã, Star conhece, por meio das redes sociais, Alex (Ryan Destiny), que juntas descobrem uma paixão em comum: a música. Alex é filha de um produtor musical/cantor muito influente na black music, mas por motivo de o mesmo ser arrogante e prepotente, Alex quer ser independente, fazer sua própria carreira musical, por isso não fala sobre o pai com a amiga. Então Star comenta que Simone também canta, e que juntas poderiam formar um grupo poderosíssimo como a espada de um samurai. E assim aconteceu, as três fogem para Atlanta e são acolhidas por Carlotta, interpretada por Queen Latifah, que fazia dupla com a mãe de Star e Simone, quando jovens. Carlotta é madrinha das meninas.

E como Carlotta sabe como funciona, principalmente sobre os perigos da fama, ela se mostra irredutivelmente contra as meninas entrar no ramo musical, irem pelo mesmo caminho que Mary e ela foram. Ainda mais quando o descobre que o produtor das meninas é Jahil Rivera (Benjamin Bratt), que também foi seu produtor e ex namorado no passado. Mas como uma boa dose de drama nunca é demais, as meninas passam por cima de tudo e de todos para irem em busca de seus sonhos, e claro que isso vai dar muita treta.


Outra personagem que a gente adorou, e que roubou cena é a filha da Carlotta, Cotton, que é interpretada por Amiyah Scott, que na série vive uma mulher transgênero, que passa a temporada toda lutando contra o preconceito, ser aceita pela mãe (por conta da religião da mesma) e por sua cirurgia de transição. A cada episódio é mostrado um pouco mais da história de Cotton e seu relacionamento com Carlotta. A diversidade, inclusão e ousadia da série é maravilhosa. 

Você pode estar assistindo o trailer da série aqui.

As músicas de Star seguem o mesmo caminho das músicas de Empire, Pop, R&B. Esperamos que assim como Empire e Glee, Star disponibilize toda a sua trilha sonora. Seja pra ralar a raba no chão ou até mesmo morrer de tanto chorar, o fato é: queremos essas músicas pra ontem! 

Muitos chegam a afirmar que Star é um spin-off de Empire, talvez pelo fato das narrativas serem parecidas e assinadas pelo mesmo produtor. Star exibiu seu episódio final no último dia quinze, e no dia vinte e dois de fevereiro a mesma foi renovada para sua segunda temporada. E Empire voltou do seu hiatus dia vinte e dois deste mês, com o episódio “Sound and Fury” (3x10). Como foi falado no inicio desse post, vai ter crossover entre as duas séries, ter Taraji P. Henson e Queen Latifah atuando juntas vai ser maravilhoso. Ainda sem mencionar o fato de Star e Cookie, duas barraqueiras em cena. Sentimos cheiro de lacre, será o início de uma amizade sincera? Tomara!!!


sexta-feira, 24 de março de 2017

Crossover musical: reunião Gleek

Como foi falado semana passada, no último dia vinte completou-se dois anos que Glee chegou ao fim. Seguindo o clímax de musical, ainda falando da série, e como também foi mencionado aqui, aconteceu na última segunda e terça-feira, um outro crossover babadeiro entre as séries da CW, onde os eternos intérpretes de Marley, Sebastian e Blaine, só que na pele de Kara, Barry e Music Meister, encontram-se em Supergirl e The Flash, trazendo uma dose de toda aquela vibe e nostalgia sobre a encerrada série da Fox. Intencionalmente ou por apenas coincidência, em relação a data, ver Melissa Benoist, Grant Gustin e Darren Criss cantando juntos novamente não poderia passar batido. E além do mais, com crossover é aquilo né, juntou personagens e/ou séries que a gente acompanha, já amamos antes mesmo de assistir.


Kara Zor-El e Barry Allen tiveram seu primeiro contato no episódio “Worlds Finest” (1x18) de Supergirl, quando o personagem de Grant acidentalmente aparece na Terra-38, em Nacional City. De forma bem bagaceira, nascendo assim uma amizade sincera.

E assim como o mega crossover que aconteceu no finalzinho do ano passado, a história se inicia nos minutos finais, depois de muito drama, em Supergirl, quando o vilão Music Meister, interpretado por Darren Criss, é levado para a DOE, por fim atacando e colocando a Kara em uma espécie de coma. E assim terminando Star-Crossed (2x16) de Supergirl. E fica por conta do episódio “Duet” (3x17) te The Flash nos apresentar o vilão, todo o seu plano e como os heróis solucionariam o problema da vez. 

Assim que chegam a Central City, na Terra-1, Mon-El (Chris Wood), J'onn (David Harewood) e Kara inconsciente, ao atualizarem Barry e todo o pessoal do Star Labs, Music Meister aparece novamente e após uma breve luta corporal, coloca Barry em coma também. Assim que chega, seja lá onde quer que estejam, Barry encontra Kara, e depois de certo tempo, ambos percebem que estão presos em uma espécie de sonho compartilhado, onde vivem em um filme musical, e sem os seus respectivos poderes, os jovens heróis precisam seguir um roteiro, na esperança de acordarem do sonho e voltarem para casa. E adivinhem só como voltariam pra casa? Cantando, é logico!


Nessa outra dimensão, rostos conhecidíssimos dentro das duas séries, tem suas versões alternativas, vivem outros personagens como, por exemplo, o Malcolm (de Arrow e Legends of Tomorrow), é Cutter Moran. O próprio Mon-el é Tommy Moran, filho de “Malcolm” (talvez tenha sido intencional, referência e tal, por seu filho em Arrow também se chamar Tommy). Winn (de Supergirl) é "Grady". Cisco e Iris (de The Flash) são “Pablo” e “Millie”. Mas o ponto chave nessa outra realidade foi colocarem o Professor Stein (de The Flash e Legends of Tomorrow) e o Joe (de The Flash) como um casal, a gente não esperava, mas adoramos. Demos o grito da panterona ao descobrir. E o melhor é que quase todos estes personagens cantam no episódio. Quanto talento no universo da DC, não é mesmo?!

Já na “vida real”, na Terra-1, usando os poderes da Supergirl e do Flash, Music Meister pinta e borda em Central City, até ser capturado por Vibe (Carlos Valdés), Kid Flash (Keiynan Lonsdale) e Martian Manhunter (David Harewood). Enquanto isso, Kara e Barry continuam em coma, gravemente feridos, correndo de riscos de vida, até que os verdadeiros Iris e Mon-el, com ajuda do Cisco, são vibrados a dimensão em que os heróis estão e os trazem de volta. Isso porque, ao que parece, o único intuito de Music Meister era reconciliar o casal das duas séries. MM é fã shipper e shippa mesmo. Afinal, quem não os shippa, né?

Nós, como fãs de Glee, de musicais e afins, adoramos a forma que o episódio foi escrito e dirigido. O crossover funcionou como uma pausa que as séries, principalmente The Flash, precisavam. Foi um episódio divertido do começo ao fim. Esteve por traz das canções compositores de La La Land e Dear Evan Hansen, e também da colega de emissora, Rachel Bloom, de Crazy Ex-Girlfriend.

Em algumas cenas vemos Music Meister começando a cantar do nada, assim como o personagem de Darren fazia em Glee. Ainda sem mencionar as performances, as coreografias, em geral tudo foi muito nostálgico! Por mais crossovers assim, sim! Ter a sensação de "reassistir" Glee foi incrível, foi maravilhoso e a gente amou. Porque é aquele ditado né: haters gonna hate.

PS: Só faltou a rainha e dona da p#rra toda Lea Michele. Que vacilo hein, CW! Hahahahahaha


sexta-feira, 17 de março de 2017

So here's what you missed on Glee: dois anos

E na próxima segunda-feira (20/03), completa dois anos que Glee infelizmente teve seu séries finale. Parece que tem mais tempo, né? E pra não deixar essa terrível data passar em branco, separamos seis performances, uma de cada temporada, que em nossa simples e singela opinião, foram algumas das melhores, porque é aquilo: a série acabou, mas nossa missão é enaltecer e divulgar mesmo com o fim da mesma.


Quando se fala em Glee, logo vem à memória a música que mais foi tocada na série: Don't Stop Believin'. A música, orginalmente da banda Journey fez tanto sucesso na voz dos New Directions, que foi reprisada seis vezes no seriado, sendo três vezes na primeira temporada, e as outras três na quarta, quinta e sexta temporada, respectivamente. Foi difícil, mas por fim escolhemos a nossa performance favorita de DSB, e ficamos com a que fez parte do piloto, porque a primeira vez a gente nunca esquece.


Que a série é muito conhecida por seus incríveis covers, às vezes sendo melhores até que a versão original, todo mundo sabe. Mas nem só de cover Glee sobrevivia, ou seja, a série lançou algumas canções originais, possuindo duas versões dentro do seriado, nós escolhemos "Loser Like Me", música essa que acabou virando hino dos Gleeks, logo que o “L” na testa se tornou uma característica forte de Glee. No episódio “Original Song” (2x16), diante da pressão sobre as Regionals e com a Sue aumentando a tensão do Glee Club, o New Directions compõe uma música, onde usam as atitudes de Sue Sylvester como inspiração, unido o útil ao agradável. Outra versão de Loser Like Me foi performada no episódio “New Directions “, na quinta temporada. 


Outra característica bem marcante em Glee eram as competições musicais. E são elas: Sectionals, Regionals e Nationals. Onde os grupos de coral, entre eles os mais famosos: New Directions, Vocal Adrenaline e The Warblers, apresentavam seus melhores números musicais, competindo entre si. E uma das melhores apresentações dos New Directions foi durante as Regionals da terceira temporada, no episódio “On My Way” (3x14), onde performaram o mashup “Fly / I Believe I Can Fly”. O cast arrasou, dá pra sentir o quanto eles estão em sintonia, é uma coisa linda de se assistir. 



Além de famosa por seus covers e canções originais, Glee também foi conhecida por cantar clássicos. E “Grease” obviamente não ficaria de fora, tanto que a série fez um tributo ao incrível filme de 1978. Ficou por conta do enredo do episódio “Glease” (4x06) enaltecer e trazer a memoria músicas que marcaram os Tempos da Brilhantina. E entre as diversas músicas performadas “You Are The One That I Want” merece ser incluída a esta lista. Com toda a certeza podemos afirmar que os fãs do filme almejaram essa versão desde o piloto e no 1x11, quando Rachel (Lea Michele) canta um trecho da música com Finn (Cory Monteith), mas foi ‘somente’ três anos depois que os produtores da série nos deram mais que um trecho, fazendo com que o maior cast que a gente respeita, cantasse esse incrível clássico. É aquele ditado: antes tarde do que nunca. 


Quem acompanha o blog há certo tempo, sabe o quanto amamos a amizade Pezberry. Aquele clima de tapas e beijos entre a Santana e a Rachel é maravilhoso. Pois muito que bem, tiveram alguns números musicais estrelados pelas personagens de Naya e Lea, e em “Be Okay”, no episódio “New Directions” (5x13), as personagens estão novamente com algumas divergências, e durante a performance, as mesmas fazem as pazes e fica tudo bem. Trocadinho porque sim. Lea Michele e Naya Rivera são poderossimas como a espada de um samurai, então é claro que um dueto das duas seria choque de monstro, né? 


Por ser uma série jovial, do público teen e que abraçava os mais variados fãs, Glee não tinha em seu repertório somente clássicos, a série abraçava também artistas da nova geração. Taylor Swift, Alicia Keys, Demi Lovato, Katy Perry e Lady Gaga são alguns dos nomes que tiveram suas músicas na voz do elenco de Glee. “Problem”, da Ariana Grande fez muito sucesso na voz da trindade mais profana de todos os tempos, Unholy Trinity. Em uma tentativa de recrutar novos membros para o Glee Club em “Homecoming” (6x02), Santana, Quinn e Brittany (e Artie), fazem uma das melhores performances da sexta e última temporada da série, com uma ótima versão e excelente coreografia, afinal, Glee é Glee, e ponto.

Glee foi isso, gente. Uma junção de coisas, de gostos, de músicas, de gêneros, formando as mais diversas tribos. E saindo da terceira pessoa, ficando algo mais pessoal, tenho que dizer que Glee foi uma série muito importante pra mim, na minha vida. Por um bom tempo ela funcionava como uma válvula de escape, abrindo um leque de diversidades que eu jamais viveria em tal época. E se hoje sou a pessoa que sou, muita coisa aprendi com essa série incrível. Obrigado, Ryan. Obrigado, Fox. Obrigado, Glee. Quanta saudades!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Dramédia musical: Empire

Seguindo a vibe musical e diferente de Glee e de Crazy Ex-Girlfriend, dos dramas de Rachel Berry e das loucuras de Rebecca Bunch, em Empire temos Cookie Lyon e as coisas são bem diferentes. 



O gênero de Empire é uma junção de comédia, musical e drama. A série, criada por Lee Daniels e Danny Strong, estreou em janeiro de dois mil e quinze, e é transmitida pela FOX. Consta em seu elenco nomes como: Terrence Howard, Taraji P. Henson, Grace Gealey, Gabourey Sidibe de American Horror Story, Serayah McNeill entre outros. 

Empire conta a história de uma família do subúrbio envolvida no universo do hip hop. Terrence da vida ao personagem Lucious Lyon, o chefe da família. Rapper e dono da gravadora que leva o nome da série. Lucious é um magnata, que no decorrer dos episódios, é revelado possuir um lado sombrio. Outra personagem forte da série é Cookie, que é interpretada por Taraji. Cookie, ex mulher de Lucious, que ao sair da prisão após 17 anos, retorna decidida a recuperar tudo o que perdeu: seus filhos Andre (Trai Byers); Jamal (Jussie Smollett) e Hakeem (Bryshere Gray), sua parte na empresa e o seu ex marido de volta, só que para surpresa da personagem, Lucious está noivo de Anika, personagem vivida por Grace Gealey. 

Não tem como falar de Empire sem dar aquela dose babadeira de spoiler, então sorry. Durante a primeira temporada, Lucious é diagnosticado com uma grave doença, por este motivo, ele decide preparar seus filhos, para que assim, um possa vir a substitui-lo e dar continuidade a seu império, o que veio gerar uma guerra sem fim entre os irmãos.


Hakeen, Jamal, Cookie e Lucious cantando You're so beautiful. Clique aqui para assistir! 

O primogênito, Andre, é diagnosticado com bipolaridade, vindo a ter um desvio de caráter, é o filho mais ambicioso. Andre não tem o dom de cantar como seu pai e irmãos, por este motivo ele se acha menos importante e excluído. André é casado com Rhonda, personagem de Kaitlin Doubleday. Jamal, o filho do meio, é homossexual, tem uma cena muito forte no piloto onde mostra o personagem, ainda criança, andando com sapatos de salto alto, provavelmente de sua mãe, e Lucious, ao ver, o pega no colo e o joga dentro de uma lata de lixo. Ficamos no chão, enfim, post que segue. Anos depois, Lucious alega aceitar o filho, mas ainda assim acaba não concordando com tal “atitude”, e com a forma que o filho “escolheu” viver, o famoso “nada contra, mas...” o que faz de Jamal o queridinho de sua mãe. Ainda sobre os filhos Lyons, tem o caçula Hakeem, que dos três é o mais parecido com Lucious, desbocado, mulherengo, fazendo dele o mimado e favorito do papai. 

Sobre a personagem da Taraji, gente! Não tem como não amar loucamente a Cookie. Com seus looks extremamente extravagantes, na nossa mais simples e singela opinião, é a melhor personagem da série. Com um jeito irreverente, petulante e atrevida, tem toda a carga de comédia sobre ela. Resumindo, Cookie é barraqueira mesmo, não leva desaforo e nós amamos muito tudo isso. Ao lado de Cooikie tem a personagem de Ta'Rhonda Jones, Porsha. Porsha é uma assistente de Cookie, super atrapalhada e um tanto burra, o que torna esse núcleo muito engraçado.

Em janeiro a FOX renovou a série para sua quarta temporada, garantindo o drama musical até dois mil e dezoito. O último episódio, 3x09, foi ao ar no dia quatorze de dezembro de dois mil e dezesseis, e retorna no próximo dia vinte e dois.

Uma curiosidade sobre é que, o ator Jussie Smollett (Jamal), em entrevista com Ellen DeGenere diz que não é só gay em Empire, mas também na vida real. Outra curiosidade, é que Trai Byers (Andre) e Grace Gealey (Anika) são casados na vida real. De enteado a madrasta, a marido e mulher, quem nunca, não é? 

A série conta também com participações de nomes conhecidos como: Alicia Keys, Raven Symoné e V. Bozeman. É recheada de músicas originais, e tem como compositor e produtor o rapper Timbaland. Massa, né?



sexta-feira, 3 de março de 2017

De volta às raízes: Crazy Ex-Girlfriend

Fazendo a linha Luisa Marilac, neste verão resolvemos fazer algo de diferente aqui no Blog. E assim como o bom filho a casa torna, por mais que a gente rode e se interesse por outros tipos de séries, não tem jeito! O musical é e sempre será o nosso gênero favorito. Então, juntando a fome com a vontade de comer, durante o mês de março, iremos compartilhar algumas das nossas séries favoritas, voltadas a este gênero.




E pra dar início, vamos começar com Crazy Ex-Girlfriend, série que estreou em outubro de dois mil e quinze na CW, criada por Aline Brosh McKenna e Rachel Bloom, que protagoniza a mesma. Além de Bloom, consta em seu elenco nomes como Vincent Rodriguez III, Donna Lynne Champlin, Santino Fontana, Gabrielle Ruiz, Pete Gardner, Vella Lovell e Scott Micheal Foster. 

Quem nunca fez uma loucura por amor? Saiu da sua cidade/estado, deixando uma vida bem sucedida, com um ótimo emprego, um ótimo salário por conta de um amor da adolescência? Pois é, em Crazy Ex-Girlfriend, Rebecca Bunch (Rachel Bloom), fez isso e muito mais. 

A série se inicia com um término de namoro entre dois adolescentes, Rebecca e Josh, que é interpretado pelo ator e dançarino Vincent Rodriguez III. Nos primeiros segundos da trama, o enredo se passa em 2005, e após o trágico término de namoro, a série começa a se passar dez anos depois, ou seja, em tempo real. Mas vem cá: quem fica apaixonado tanto tempo por uma pessoa que não te corresponde? Eu, hein! Vida que segue.

Após rejeitar uma proposta única no seu trabalho em Nova York, Rebecca decide então ir atrás do seu verdadeiro amor, em West Covina na Califórnia, que fica a duas horas da praia ou quatro, se tiver trânsito, como eles comentam várias e várias vezes no episódio piloto, intitulado “Josh Just Happens to Live Here!”. 

Paula e Rebecca
O que mais gostamos na série foi a forma que começou o relacionamento entre Rebecca e Paula (Donna Lynne Champlin), que a principio parecia que seriam inimigas, com a tamanha implicância e curiosidade sobre a Rebecca que Paula possuía. Mas ao desmascará-la, descobrindo o real motivo da mudança de Rebecca, tornam-se melhores amigas de infância que a gente respeita. Ainda sobre amizade, no terceiro episódio, "I Hope Josh Comes to My Party!", entra em cena mais uma das nossas personagens prediletas da série: Heather (Vella Lovell), uma estudante de psicologia, totalmente fora da casinha, que se aproxima de Rebecca com o interesse de estudar sua personalidade, mas por fim acabam ficando amigas também.

Um fato engraçado é que, geralmente quando nos interessamos por alguma série, pesquisamos o gênero dela e se a mesma foi renovada, mas dessa vez fizemos diferente. Pelo título da série, já havíamos imaginado que a mesma abordaria o gênero comédia, e mesmo com a primeira cena versando o estilo, fomos surpreendidos nos dez primeiros minutos do piloto, quando de fato percebemos que a série abordava o gênero musical. Nós gritamos loucamente, porque né. A série já possui duas temporadas, e foi renovadíssima para sua terceira!

O triste é que a série aparenta não ser muito conhecida aqui no Brasil, o que dificulta no desenvolvimento das legendas, deixando a série toda atrasada. É aquele ditado, né: sempre soubemos que deveríamos ter feito CCAA. Brincadeiras á parte, estamos in love e recomendamos a série.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Cinema: cinquenta tons de sacanagem

Olá, povo querido! Faz tempo que não falamos sobre filmes, não é mesmo? Aliás, faz tempo que eu não boto minha cara no sol aqui. Eu sumi, mas estou de volta e por um bom motivo, depois de me perder em leituras de inúmeros romances inacabáveis, voltei a assistir filmes como boa publicitária e amante do audiovisual que sou. E como a louca da franquia dos cinquenta tons, fui ao cinema ver o mais novo filme da trilogia: Cinquenta Tons Mais Escuros. Bem pornô mesmo.

Olha, preciso dizer que não saí muito satisfeita do cinema, e um tanto desapontada. Me perdoem os outros fãs, mas pra mim faltou continuidade, faltou romantismo, algumas cenas ficaram mal explicadas, não sei, faltou um algo a mais. Por outro lado a trilha sonora está in-crí-vel. Vimos, melhor, ouvimos nomes como Halsey, Sia, John Legend, Tove Lo, Kygo, The-Dream, além de duetos babadeiros como o de Nick Jonas e Nicki Minaj e Taylor Swift com Zayn, que é a mais conhecida "I Don't Wanna Live Forever". Morrendo de amores pela versão de Corinne Bailey Rae para "The Scientist".



Produzido em dois mil e dezesseis, lançado aqui no Brasil no último dia 09, o filme americano tem conteúdo erótico, baseado no best-seller da autora britânica E. L. James, com a direção de James Foley, e protagonizada por Jamie Dornan e Dakota Johnson. Cinquenta Tons Mais Escuros, revela os incômodos de Anastasia (Dakota Johnson) aos hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan) que ao terminarem o relacionamento se vêem perdidamente apaixonados um pelo outro. Ou seja, o bonito não vai desistir tão fácil da sua amada, porque é aquele ditado: a esperança é a última que morre. A persistência do rapaz acaba funcionando e a personagem de Dakota faz uma proposta a ele, sem regras, punições e sem segredos a partir dessa "negociação", assim reiniciando o relacionamento com o jovem milionário. 

Algumas das cenas mais aguardadas do filme deixaram a desejar, como por exemplo, o encontro de Anastasia com a Mrs. Robinson, interpretada por Kim Basinger, mulher responsável pela iniciação do Christian na vida sexual. Tá que foi hilário, aquele clichê de novela mexicana com direito a bebida jogada na cara, tapas e tudo mais, barracos que a gente adora. E também a cena do acidente de helicóptero, onde o cara volta do nada pra casa e sem nenhuma lesão. Ok, o filme tem um limite de tempo e precisa seguir o cronograma para cada cena, mas poxa, faltou um suspense, um drama. Teve momentos bonitos e muito bem escritos também, fazendo relação ao filme anterior, e uma das cenas que eu mais gostei foi quando o Christian se ajoelha aos pés da Anastasia, pega sua mão e coloca em seu peito, que até o momento não era permitido, pois ela não podia tocá-lo, vocês lembram? 


Deixando a desejar ou não, convenhamos que após o final do filme, ficou aquele sentimento de quero mais, e tomara que no próximo filme da franquia, eles consigam corresponder com todas as expectativas dos fãs, especialmente dessa que vos fala.  

E por hoje é isso, gente! Espero voltar em breve, beijos e até mais.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Valentine's Day: OTPs que a gente respeita

Na última terça-feira (14) foi comemorando nos Estados Unidos, Canadá, Europa e nos países orientais o Valentine's Day, que seria o dia dos namorados aqui no Brasil, que é comemorado em doze de Junho. E diante a tal data, separamos seis casais de séries que a gente shippa muito e ama com força. 

Finn e Rachel
Não poderíamos deixar de mencionar e enaltecer a melhor série e um dos casais mais amados da ficção: Finchel, de Glee. Finn e Rachel fazia o típico casal adolescente clichê, a nerd loser que se apaixona pelo garoto popular. Já no piloto da série, quando o personagem de Cory Monteith é forçado a entrar no Glee Club, Rachel – interpretada por Lea Michele, demonstra interesse pelo rapaz. Mas somente no final da primeira temporada que eles conseguem ficar real oficial. Durante quatro temporadas acompanhamos o crescimento e amadurecimento do maior ship que você respeita. E mesmo após a morte do personagem, no 5x03, o nome do mesmo foi mencionado por seu par romântico diversas vezes nas duas temporadas finais. Finchel foi tão forte que ultrapassou as paredes do estúdio cinematográfico da Fox e deu vida a Monchele (Monteith + Michele), ou seja, os atores também namoravam na vida real.

Santana e Brittany
Diferente de Finchel e ainda falando em Glee, Brittana não nasceu no início da série. Sendo mais específico foi entre o meio e final da segunda temporada, quando descobrimos o que a cruel Santana sentia de verdade pela doce Brittany. Brittana era como se fosse yin-yang da série, logo que Santana e Brittany eram totalmente diferentes uma da outra. Santana (Naya Rivera) era abertamente lésbica, já Brittany (Heather Morris) bissexual. Além do mais, o que Santana tinha de áspera e ácida, Brittany era inocente e ingênua, e juntas era uma das coisas mais fofas e engraçadas da série. E depois de muitas idas e vindas, as duas trocam alianças no oitavo episódio da última temporada. 

Lydia e Stiles
Em terceiro lugar e queridíssimos pelo publico temos Stiles e Lydia de Teen Wolf, Stydia, que é um dos maiores shippers do Tumblr, seja com fanfics, com imagens, uma coisa é certa: quem não assiste Teen Wolf, com certeza ao menos já esbarrou com alguma imagem Stydia na internet da vida. No piloto da série, Stiles (Dylan O'Brien) se declara perdidamente apaixonado por Lydia (Holland Roden), mas como nem tudo na vida são flores, Lydia não via Stiles da mesma maneira, ou seja, ele foi jogado na terrível friendzone. E foi apenas na terceira temporada, no 3x11, que rolou o primeiro beijo Stydia. Já o segundo beijo aconteceu dias atrás, na atual temporada. Conclui-se que com apenas um beijo, a fã base desse casal é coisa de outro mundo, logo que é um ship antiguíssimo, e claro que a gente shippa muito! #Stydiaisreal 

Even e Isak
Evak é um ship recente, tem até cheiro de novo, sabe? E faz jus a aquela famosa frase clichê: o que dizer desse ship que mal conhecemos e já consideramos pakas? Pois muito que bem, Evak é da série Skam, que nos apresenta na terceira temporada Even (Henrik Holm) e Isak (Tarjei Sandvik Moe). A sexualidade de Isak é questionada desde o primeiro ano da série, mas como é a terceira temporada que é focada no personagem, somente na mesma que o assunto é abordado. Isak passa por todos os dramas e descobertas da sua homossexualidade, saindo de uma família desestruturada e muito religiosa. O personagem de Henrik, que aparece pela primeira vez na terceira temporada, não passa por bons momentos também não, é um personagem complicado, pois além de sofrer de transtorno bipolar, tem uma namorada. Pois é, pra incluir aquela carga dramática que a gente adora e sofre horrores com os personagens. 

Eleanor e Jasper
Pra causar muita polêmica e muita confusão, não podemos de deixar de falar do OTP que nasceu de uma chantagem, de uma imensidão de mentiras, e que foi inevitável não shippar: Jaspeleanor, de The Royals. Jasper (Tom Austen) começou a trabalhar no Palácio como guarda-costas da Princesa Eleanor (Alexandra Park), e com o intuito de roubá-la e para conseguir manipular a jovem princesa, ele passa a chantageá-la. Só que o tiro saiu pela culatra e o vigarista se apaixona perdidamente pela princesa. E como esse romance nasceu de forma inesperada e estranha, é claro que os fãs de Jaspeleanor iriam sofrer com os altos e baixos do casal. E verdade seja dita: como a gente sofre, mais do que com Evak. 

Amy e Sheldon
E claro que a gente não poderia deixar de fora The Big Bang Theory e com ela o casal mais estranho , nerd e desajustado da dramaturgia em série: Shamy. Na esperança de mudar a personalidade do personagem Sheldon (Jim Parsons), seus amigos que o achavam insuportável, isso porque o personagem possui dois Doutorados e um Mestrado, é totalmente arrogante a ponto de se achar mais inteligente que Isaac Newton, por exemplo, e diante a tanta arrogância, no final da terceira temporada Howard (Simon Helberg) e Raj (Kunal Nayyar) resolveram apresentar o amigo para Amy (Mayim Bialik), mal sabendo que ela seria a versão feminina do próprio Sheldon. A princípio Shamy funcionava apenas como amizade. Sheldon e Amy viviam se falando por chamada de webcam, e somente na quinta temporada, após quase perde-la para outro, Sheldon decidiu firmar relacionamento sério, com direito a trinta e uma páginas de um "contrato de relacionamento". O contrato foi forte, pois eles estão juntos a cinco temporadas. E claro, a gente morre de rir com as cenas Shamy!

E por hoje é isso, gente. A vocês que namoram, um happy valentine's day atrasado, e a vocês que não namoram: calma! As séries estão aí pra isso, ninguém precisa disso pra ser feliz, mores!


"Faço o possível para escrever por acaso. Eu quero que a frase aconteça. Não sei expressar-me por palavras. O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio. Expressar-me por meio de palavras é um desafio. Mas não correspondo à altura do desafio. Saem pobres palavras." Clarice Lispector